movimento estrutural: fechou o braço consumer (Eurazeo Brands) — Business of Fashion
2024
Recomendações Estratégicas
editorial
→ Posicionamento
É uma lente de fluxo de capital, não um 'mercado'. Posicionar por dinamismo: funding digital health US$10,1 bi e M&A 118 deals (mínimo da década) em 2024 (Rock Health).
O sinal é rotação: estratégicos recuam, private equity avança e consolida.
Diferencial do dono: ler o capital como termômetro de tese, não como número solto.
→ Estratégia
Seguir o PE onde os estratégicos saíram (10 aquisições no H1 > todo 2023).
Roll-ups em setores fragmentados (fitness boutique: L Catterton em Solidcore/EGYM/Thorne; Purpose Brands).
Teses na fronteira wellness × healthtech atraem os dois tipos de capital.
→ Financeiro
M&A em mínimo da década + IPOs reabrindo (Hinge, Omada) = janela seletiva, não euforia.
Escala de referência: economia de wellness US$6,8 tri (GWI) — mas nenhum número herói inventado aqui.
Capital paciente (PE, US$33 bi AUM da L Catterton) domina onde o VC recuou.
→ Perfil do Cliente
Family offices, PE/VC, e o próprio dono como alocador de capital.
Fundadores buscando saída ou growth em wellness fragmentado.
→ Canais de venda
Rede de deals (bancos, boutiques de M&A), consórcios e co-investimento.
Cruzamento com todos os segmentos (é a lente transversal).
→ Como criar diferencial
Disciplina de proveniência aplicada a deals: valuation com fonte e ano, não rumor.
Ler convergência (wellness+healthtech) antes do consenso.
⚠ Precauções
Financeiro: valuations de privadas são voláteis e muitas vezes tier 5/6 — datar e checar.
Reputação: não confundir rumor de venda com deal fechado (ex.: Crunch/TPG).
Evidência: rotação de capital não valida a tese de saúde — cruzar com evidência do segmento.
Cultural/ético: roll-ups podem degradar qualidade/serviço; due diligence de impacto.
Regulação: antitruste em consolidações; disclosure em deals.
Fontes desta página
6 fonte(s): Rock Health · SEC/Wikipedia · Tech.eu · Athletech News · Zenoti · Business of Fashion.Ver tabela completa →